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InícioNotíciasConheça os benefícios que a Contribuição Assistencial traz

Conheça os benefícios que a Contribuição Assistencial traz

Publicado em 08/01/2025 09:53

InícioNotíciasAlteração na escala 6×1: entidades do comércio defendem cautela e diálogo antes de mudanças nas regras do trabalho

Alteração na escala 6×1: entidades do comércio defendem cautela e diálogo antes de mudanças nas regras do trabalho

Publicado em 14/09/2026 13:58

Mobilização nacional do Sistema Comércio alerta para os impactos de uma alteração acelerada da jornada em um cenário de endividamento, inadimplência empresarial, custos elevados e insegurança para investimentos. Em Juiz de Fora, o Sindicomércio se soma ao posicionamento coletivo das entidades representativas do setor.

A discussão sobre a alteração da escala 6×1 ganhou destaque nacional e mobilizou as entidades representativas do comércio de bens, serviços e turismo. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), ao lado de suas federações e sindicatos filiados, lançou uma campanha conjunta em defesa de mais cautela na condução do tema, com o lema: “A conta já está alta demais. Mudança das regras do trabalho às vésperas da eleição? Agora não.”

O posicionamento, portanto, não é isolado. Ele integra uma mobilização nacional do Sistema Comércio, da qual participam entidades sindicais empresariais de diferentes regiões do País. Em Juiz de Fora, o Sindicomércio-JF acompanha essa manifestação coletiva e reforça a necessidade de que qualquer mudança estrutural nas relações de trabalho seja precedida de análise técnica, diálogo e avaliação dos impactos sobre empresas, trabalhadores e consumidores.

A preocupação central das entidades não é impedir o debate sobre o bem-estar do trabalhador, mas evitar que uma mudança constitucional de grande alcance seja conduzida sem considerar a atual realidade econômica e as particularidades de cada setor. A CNC defende que a organização das jornadas continue valorizando a negociação coletiva, permitindo que trabalhadores e empregadores construam soluções adequadas às características de cada atividade e região.

Cenário econômico exige atenção

Os dados apresentados na campanha ajudam a explicar essa preocupação. Segundo a Peic/CNC, 82% das famílias brasileiras estavam endividadas em agosto de 2026, cenário que pressiona o orçamento doméstico e pode reduzir a capacidade de consumo.

No setor empresarial, os números também indicam dificuldades. Os materiais da campanha apontam 9,1 milhões de CNPJs inadimplentes e 6.341 empresas em recuperação judicial ativa no primeiro semestre de 2026, número apresentado como recorde histórico.

Ao mesmo tempo, empresários convivem com juros elevados, crédito caro, desafios tributários e incertezas para novos investimentos. A própria campanha nacional destaca que uma elevação abrupta dos custos operacionais pode provocar efeitos sobre preços, contratações e informalidade, especialmente em atividades que utilizam amplamente a escala 6×1.

Impactos podem ser relevantes para o comércio de Juiz de Fora

Em Juiz de Fora, a discussão ganha importância pela própria dinâmica do comércio e dos serviços. Estabelecimentos de diferentes portes precisam organizar equipes de acordo com horários de funcionamento, períodos de maior movimento e necessidades específicas de atendimento ao consumidor.

Uma mudança ampla na jornada pode exigir reorganização das escalas, redistribuição de equipes e adequações nos custos operacionais. Para micro e pequenas empresas, que normalmente trabalham com estruturas mais enxutas, esse processo pode representar um desafio ainda maior.

Por isso, as entidades representativas do setor defendem que mudanças dessa natureza considerem a diversidade das empresas e as características de cada atividade econômica, evitando soluções uniformes para realidades muito diferentes.

A posição defendida pela CNC, federações e sindicatos empresariais é de que negociação coletiva, segurança jurídica e respeito às particularidades regionais e setoriais sejam preservados como caminhos para tratar da organização das jornadas. Mudanças estruturais podem e devem ser debatidas, mas com responsabilidade, previsibilidade e participação efetiva de quem emprega, trabalha e movimenta a economia.

InícioNotíciasApostas online e o impacto no comércio: como as bets afetam o consumo das famílias

Apostas online e o impacto no comércio: como as bets afetam o consumo das famílias

Publicado em 01/09/2026 09:30

Expansão das apostas digitais passou a disputar espaço no orçamento dos consumidores e preocupa o setor empresarial; Sindicomércio JF reforça posicionamento contrário às bets e defende a proteção do consumo e da economia local.

O crescimento das apostas esportivas e dos jogos on-line, conhecidos como bets, vem provocando mudanças no comportamento financeiro dos consumidores brasileiros e criando novos desafios para o comércio. Ao direcionar parte da renda para plataformas de apostas, famílias passam a ter menos recursos disponíveis para compras de produtos e serviços, o que pode afetar diretamente o varejo e a economia local. Em Juiz de Fora, onde o comércio possui papel relevante na geração de emprego, renda e circulação de recursos, o tema merece atenção.

A FecomercioSP já identificou essa relação em pesquisas sobre o comportamento dos apostadores. Levantamento divulgado pela entidade apontou que 20% dos apostadores afirmaram que utilizariam o dinheiro destinado às apostas para pagar contas caso não apostassem, enquanto 12% destinariam os recursos à compra de alimentos. Outros 9% utilizariam o dinheiro para comprar roupas e calçados.

Dinheiro que deixa de circular no comércio

O impacto das bets não está apenas nas perdas individuais. Quando uma parcela da renda familiar é direcionada às apostas, esse dinheiro deixa de ser utilizado em outras despesas, inclusive no comércio. A consequência pode ser uma redução na frequência das compras, na procura por determinados produtos e no valor gasto pelos consumidores.

Artigo publicado recentemente pela FecomercioSP destaca justamente essa disputa pelo orçamento das famílias. A entidade aponta que apostas on-line, serviços digitais e outras novas despesas passaram a disputar o mesmo dinheiro destinado tradicionalmente ao consumo de bens. Quando essas despesas ganham espaço, o consumidor pode reduzir suas compras e o varejista, por consequência, diminuir a reposição de mercadorias.

O cenário ganhou ainda mais dimensão em 2026. Dados divulgados pelo Ministério da Fazenda mostram que os brasileiros depositaram cerca de R$ 220,6 bilhões em plataformas de apostas autorizadas em 2025, enquanto as perdas líquidas dos apostadores foram estimadas em aproximadamente R$ 37 bilhões.

Impacto chega ao varejo

O efeito sobre o comércio já aparece em análises recentes do mercado. Dados citados pela imprensa apontam que aproximadamente 23% dos apostadores reduziram gastos com roupas e calçados para direcionar recursos às apostas, enquanto 19% afirmaram ter reduzido despesas com supermercados.

Esses números ajudam a dimensionar o problema para o varejo: quando o consumidor compromete parte da renda com apostas, categorias que dependem do consumo discricionário podem ser diretamente afetadas. Para pequenos e médios comerciantes, que trabalham com margens mais estreitas e dependem do giro constante das mercadorias, qualquer redução na demanda representa um desafio adicional.

Minas Gerais também sente os efeitos

O avanço das bets também entrou no debate econômico em Minas Gerais. Em agosto de 2026, o Governo de Minas publicou medidas restringindo a publicidade de casas de apostas em estádios e espaços públicos estaduais. Segundo dados apresentados pelo governo, cerca de R$ 22 bilhões foram gastos em apostas autorizadas em Minas Gerais em 2025, com estimativa de que o valor possa chegar a R$ 37 bilhões quando consideradas as apostas irregulares.

O cenário demonstra que a discussão ultrapassa a esfera individual e envolve também consumo, endividamento, renda e desenvolvimento econômico.

Sindicomércio JF reforça posição contra as bets

Diante desse cenário, o Sindicomércio JF reforça seu posicionamento institucional contrário ao avanço descontrolado das apostas on-line, especialmente quando elas comprometem recursos destinados ao consumo das famílias e à movimentação da economia local.

A entidade entende que o comércio precisa de consumidores com capacidade de compra e de um ambiente econômico que favoreça a circulação de renda nos estabelecimentos, na geração de empregos e na manutenção das atividades empresariais. O fortalecimento do comércio de Juiz de Fora passa também pela preservação do poder de compra das famílias e pela utilização responsável dos recursos.

InícioNotíciasIntenção de consumo para o Dia dos Pais 2026 aponta oportunidades para o comércio de Juiz de Fora

Intenção de consumo para o Dia dos Pais 2026 aponta oportunidades para o comércio de Juiz de Fora

Publicado em 05/08/2026 18:13

Levantamento do Núcleo de Pesquisa & Inteligência da Fecomércio MG revela que metade dos consumidores pretende presentear na data. Roupas, calçados e perfumes lideram a preferência de compra.

O Dia dos Pais abre o calendário das principais datas comemorativas do segundo semestre e deve movimentar o comércio em 2026. Pesquisa realizada pelo Núcleo de Pesquisa & Inteligência da Fecomércio MG mostra que 50,1% dos consumidores pretendem comprar presentes para a data, confirmando o potencial do período para impulsionar as vendas do varejo. O estudo também aponta o comportamento de compra dos consumidores, os produtos mais procurados e os fatores que podem influenciar as decisões de consumo.

Para os empresários de Juiz de Fora, os dados representam uma importante ferramenta para o planejamento das vendas, permitindo ajustar estoques, campanhas promocionais e estratégias de atendimento de acordo com as preferências do público.

Roupas, calçados e perfumes lideram a preferência

Entre os consumidores que pretendem presentear, roupas aparecem como a principal escolha (42,5%), seguidas por calçados (30,6%) e perfumes (13,9%). O levantamento reforça que segmentos tradicionais do comércio devem concentrar boa parte da movimentação durante o período, criando oportunidades para lojas de vestuário, calçados, perfumarias e presentes.

A pesquisa também mostra que quase metade das compras deverá ser realizada na primeira semana de agosto (48,8%), enquanto 43,4% dos consumidores pretendem comprar os presentes na semana do Dia dos Pais. Esses números reforçam a importância de preparar vitrines, estoques e equipes com antecedência.

Promoções e preços competitivos influenciam a decisão de compra

Os consumidores deixaram claro quais fatores mais influenciam a escolha de onde comprar. Promoções, preços reduzidos e atendimento diferenciado aparecem entre os principais atrativos para estimular as compras.

Por outro lado, preços elevados, atendimento precário, lojas cheias e baixa variedade de produtos estão entre os principais motivos que podem desestimular o consumidor durante o período.

Consumidor pesquisa antes de comprar

Outro dado relevante é que pesquisar preços e produtos faz parte da rotina da maioria dos consumidores. Apenas 20,5% afirmaram não realizar pesquisas antes da compra. Entre aqueles que pesquisam, 41,5% consultam lojas físicas, 31,7% utilizam os sites das próprias lojas e 16,6% recorrem aos marketplaces. Além disso, 81% afirmam comparar preços antes de decidir pela compra, demonstrando um consumidor cada vez mais atento às oportunidades.

Quanto ao local das compras, lojas de shopping (32,7%) e lojas de vizinhança (28,3%) aparecem como as preferidas, seguidas pelos marketplaces e pelos sites de lojas.

Gasto médio deve ficar entre R$ 70 e R$ 200

Segundo a pesquisa, 72,7% dos consumidores que irão presentear pretendem gastar entre R$ 70 e R$ 200. Em relação ao pagamento, os meios mais utilizados deverão ser o cartão de débito, o cartão de crédito à vista e o cartão de crédito parcelado.

Embora exista intenção de consumo, o levantamento mostra que o preço dos produtos é o principal fator que pode limitar os gastos, citado por 67,5% dos entrevistados, seguido pela necessidade de presentear mais pessoas e pelo endividamento.

Pesquisa oferece direcionamento para o comércio

Os dados do Núcleo de Pesquisa & Inteligência da Fecomércio MG mostram que o consumidor está disposto a comprar, mas também está mais criterioso na comparação de preços, na busca por promoções e na qualidade do atendimento. Para o comércio de Juiz de Fora, o levantamento serve como referência para definir estratégias mais eficientes, fortalecer a presença da loja nos canais físicos e digitais e oferecer uma experiência de compra capaz de conquistar o consumidor.

O Sindicomércio JF destaca que utilizar pesquisas de mercado como ferramenta de planejamento contribui para decisões mais assertivas e aumenta as chances de melhores resultados em uma das principais datas comemorativas do calendário do varejo.

InícioSoluçõesSindicomércio X Rede Saúde

Sindicomércio X Rede Saúde

O Sindicomércio tem a solução completa para garantir a segurança jurídica das Empresas. Atenda às exigências da NR-1 e NR-17 e ofereça aos seus colaboradores a comodidade da Telemedicina.

1. Plano Essencial 

Telemedicina com acesso ilimitado a Clínico Geral e Pediatra

15 especialidades, limitado a um atendimento/mês (98,5% dos atendimentos);

Seguro de Vida de R$ 10.000,00; 
Invalidez Permanente por Acidente de R$ 10.000,00
Assistência Funeral R$ 5.000,00
O valor por vida (funcionário) é de R$ 8,90

2. Plano Premium

Telemedicina com acesso ilimitado a Clínico Geral, Pediatra e mais 15 especialidades;
Psicólogo; Nutricionista;

Seguro de Vida de R$ 10.000,00 
Invalidez Permanente por Acidente de R$ 10.000,00
Assistência Funeral R$ 5.000,00
O valor por vida (funcionário) é de R$ 11,90.

3. Plano Premium

NR-01 e NR-017
NR-01 e NR-017;
Telemedicina com acesso ilimitado a Clínico Geral, Pediatra e mais 15 especialidades;
Psicólogo; Nutricionista;

Seguro de Vida de R$ 10.000,00 
Invalidez Permanente por Acidente de R$ 10.000,00
Assistência Funeral R$ 5.000,00
O valor por vida (funcionário) é de R$ 19,90.

4. NR-01 e NR-017 – NR-01 e NR-017;

O valor por vida (funcionário) é de R$ 16,00. 

Quero

InícioNotíciasComércio mineiro projeta segundo semestre mais aquecido em 2026; levantamento da Fecomércio MG indica expectativa positiva para as vendas

Comércio mineiro projeta segundo semestre mais aquecido em 2026; levantamento da Fecomércio MG indica expectativa positiva para as vendas

Publicado em 03/08/2026 14:50

Pesquisa do Núcleo de Pesquisa e Inteligência da Fecomércio MG mostra otimismo entre empresários para as principais datas comemorativas do segundo semestre. Em Juiz de Fora, planejamento e estratégias comerciais podem ampliar os resultados do varejo.

O segundo semestre concentra algumas das datas mais importantes para o comércio brasileiro e deve representar uma oportunidade de crescimento para o varejo em 2026. Levantamento realizado pelo Núcleo de Pesquisa & Inteligência da Fecomércio MG aponta um cenário de otimismo entre os empresários mineiros, que esperam resultados superiores aos registrados no ano passado durante as principais campanhas promocionais do calendário comercial.

A pesquisa revela que 40,9% das empresas esperam vender mais do que no segundo semestre de 2025, enquanto 25,7% acreditam que os resultados serão semelhantes. Os números reforçam a confiança do empresariado na recuperação do consumo e na força das datas comemorativas como impulsionadoras das vendas.

Para o comércio de Juiz de Fora, o cenário representa uma oportunidade para fortalecer o planejamento e aproveitar o aumento esperado na movimentação de consumidores ao longo dos próximos meses.

Natal lidera as expectativas do varejo

Entre as datas comemorativas analisadas pela pesquisa, o Natal aparece como o período de maior impacto para o comércio, citado por 41,1% das empresas entrevistadas. Na sequência estão o Dia dos Pais (18,3%), o Dia das Crianças (17,8%) e a Black Friday (12,7%), que completam o calendário das principais oportunidades de vendas do segundo semestre.

Essas datas movimentam diversos segmentos do varejo, como vestuário, calçados, eletroeletrônicos, brinquedos, perfumaria, artigos esportivos e presentes em geral, exigindo preparação antecipada por parte dos empresários.

Planejamento será diferencial competitivo

A pesquisa mostra que empresas que pretendem aproveitar melhor o período já estão investindo em ações para atrair consumidores. Entre as principais estratégias estão promoções, reforço na divulgação, melhoria do atendimento e organização do estoque, iniciativas que podem aumentar o fluxo de clientes e elevar o faturamento durante as campanhas sazonais.

Para o comércio de rua de Juiz de Fora, antecipar compras, negociar com fornecedores e preparar equipes são medidas que ajudam a reduzir custos e melhorar a experiência de compra do consumidor.

Cartão parcelado e Pix devem liderar os pagamentos

O levantamento também identificou a preferência dos consumidores pelos meios de pagamento. Segundo os empresários entrevistados, o cartão de crédito parcelado deverá concentrar 36,8% das vendas, seguido pelo Pix (31,3%) e pelo cartão de crédito à vista (15,4%). Esses dados reforçam a importância de oferecer diferentes formas de pagamento para facilitar as compras e estimular o consumo.

Cenário favorável para o comércio do estado

Com um calendário repleto de datas estratégicas, o segundo semestre representa uma oportunidade importante para empresas de todos os portes ampliarem suas vendas. O levantamento do Núcleo de Pesquisa & Inteligência da Fecomércio MG, realizado entre 26 de junho e 7 de julho de 2026, ouviu 416 empresas distribuídas pelas dez regiões de planejamento do estado, incluindo a Zona da Mata, oferecendo um panorama representativo das expectativas do varejo mineiro.

Para o Sindicomércio JF, os resultados reforçam a importância do planejamento estratégico, da qualificação das equipes e do investimento em ações comerciais voltadas às principais datas do calendário. Empresas que se antecipam às demandas do mercado tendem a aproveitar melhor o aumento da movimentação de consumidores e fortalecer sua competitividade, contribuindo para o desenvolvimento do comércio de Juiz de Fora.

InícioNotíciasTrabalho em feriados no comércio: veja o que muda com a nova Portaria

Trabalho em feriados no comércio: veja o que muda com a nova Portaria

Publicado em 27/07/2026 10:33

Norma mantém autorização permanente para 15 atividades; demais empresas devem consultar a Convenção Coletiva de Trabalho antes de convocar empregados

O Ministério do Trabalho e Emprego publicou a Portaria MTE nº 1.316, de 21 de julho de 2026, que estabelece novas regras para o trabalho em feriados no comércio.

A principal mudança é simples: para a maioria das atividades comerciais, a empresa somente poderá convocar empregados para trabalhar em feriados quando houver autorização na Convenção Coletiva de Trabalho da categoria.

A exigência não se aplica às atividades que receberam autorização permanente na própria Portaria. Nesses casos, não é necessária uma autorização específica em Convenção Coletiva para cada feriado, embora a empresa continue obrigada a respeitar as demais normas trabalhistas e as regras locais de funcionamento.

O que muda na prática?

Com a nova regulamentação, ficou mais importante verificar a atividade econômica da empresa antes de organizar o funcionamento e as escalas de trabalho nos feriados.As empresas incluídas na lista de autorização permanente podem utilizar mão de obra nesses dias sem depender de uma autorização específica em Convenção Coletiva.

Já os estabelecimentos que não aparecem na relação devem consultar a Convenção Coletiva vigente. É nesse documento que poderão estar previstas as condições para o trabalho no feriado, como remuneração, folga compensatória, jornada, benefícios e regras para elaboração das escalas.

Portanto, a principal orientação para o empresário é: antes de convocar empregados para um feriado, confirme se a atividade possui autorização permanente ou se existe previsão na Convenção Coletiva aplicável à empresa.

Quais atividades possuem autorização permanente?

Segundo a Portaria MTE nº 1.316/2026, permanecem autorizadas permanentemente a trabalhar em feriados as seguintes atividades:

  1. Venda de pão e biscoitos;
  2. Comércio varejista de produtos farmacêuticos, incluindo farmácias de manipulação;
  3. Comércio de flores e coroas;
  4. Barbearias e salões de beleza;
  5. Entrepostos de combustíveis, lubrificantes e acessórios para automóveis, como postos de gasolina;
  6. Comércio varejista de gás liquefeito de petróleo — GLP;
  7. Locação de bicicletas e similares;
  8. Hotéis, restaurantes, bares e estabelecimentos semelhantes, incluindo hospedagem, alimentação preparada e venda de bebidas;
  9. Casas de diversões e estabelecimentos esportivos com ingresso pago;
  10. Feiras livres;
  11. Porteiros e cabineiros de edifícios residenciais;
  12. Agências de turismo e locadoras de veículos e embarcações;
  13. Comércio realizado em feiras e exposições;
  14. Lavanderias e lavanderias hospitalares;
  15. Estabelecimentos de prestação de serviços funerários.

As atividades que não fazem parte dessa relação, entre elas diversos segmentos do comércio varejista em geral, dependerão de autorização por meio de negociação coletiva para convocar empregados nos feriados.

InícioNotíciasExpectativa para o Dia dos Pais 2026 anima o comércio mineiro e abre oportunidades para empresários de Juiz de Fora

Expectativa para o Dia dos Pais 2026 anima o comércio mineiro e abre oportunidades para empresários de Juiz de Fora

Publicado em 22/07/2026 11:18

Pesquisa do Núcleo de Pesquisa & Inteligência da Fecomércio MG aponta expectativa positiva para as vendas, com destaque para roupas, kits de presentes e compras concentradas na semana da data.

O Dia dos Pais segue como uma das principais datas comemorativas para o varejo brasileiro e deve movimentar significativamente o comércio em 2026. Pesquisa realizada pelo Núcleo de Pesquisa & Inteligência da Fecomércio MG mostra que 87,5% das empresas do comércio varejista mineiro afirmam ser impactadas pelo período, evidenciando a relevância da data para diversos segmentos. Entre os empresários consultados, 43,7% esperam vender mais do que no Dia dos Pais de 2025, impulsionados principalmente pelo otimismo em relação ao mercado e pelo apelo afetivo da comemoração.

Para o comércio de Juiz de Fora, os dados indicam um cenário favorável para empresas que investirem em planejamento, divulgação e atendimento durante o período que antecede a data.

Vestuário e kits de presentes lideram as apostas

De acordo com a pesquisa, 40,9% dos empresários pretendem investir em produtos específicos para o Dia dos Pais. Entre os itens que devem receber maior atenção do varejo estão roupas e kits ou cestas de presentes, produtos tradicionalmente procurados pelos consumidores durante a comemoração.

Além desses segmentos, a própria pesquisa destaca que categorias como calçados, perfumaria, eletroeletrônicos, artigos esportivos e livros também costumam registrar aumento na procura, ampliando as oportunidades para diferentes ramos do comércio.

Promoções e atendimento serão diferenciais

Para atrair consumidores, os empresários mineiros pretendem investir principalmente em promoções (26,9%), atendimento diferenciado (26,1%) e divulgação nas redes sociais (23,0%), demonstrando que preço competitivo e experiência de compra continuam sendo fatores decisivos para o sucesso das vendas.

No comércio de Juiz de Fora, estratégias como vitrines temáticas, embalagens para presente, campanhas digitais e atendimento personalizado podem contribuir para aumentar o fluxo de clientes e estimular a decisão de compra.

Compras devem se concentrar na semana da data

Outro dado importante da pesquisa é o comportamento esperado dos consumidores. Segundo 83,5% dos empresários entrevistados, a maior parte das compras deverá ocorrer na semana que antecede o Dia dos Pais, reforçando a importância de preparar estoques, equipes e campanhas promocionais com antecedência.

O levantamento também aponta que 46,2% das empresas esperam um ticket médio entre R$ 70,01 e R$ 200,00, enquanto o cartão de crédito deverá ser a principal forma de pagamento utilizada pelos consumidores.

WhatsApp amplia as oportunidades de venda

A pesquisa também evidencia o fortalecimento das vendas pelos canais digitais. Entre as empresas impactadas pela data, 55,6% já comercializam produtos por canais on-line, sendo o WhatsApp utilizado por 88,1% delas, seguido pelo Instagram, com 38,1%.

Os números mostram que a integração entre loja física e atendimento digital tem se consolidado como uma estratégia importante para ampliar o alcance das empresas e facilitar o relacionamento com os clientes.

Planejamento pode impulsionar os resultados

Embora parte dos empresários ainda demonstre preocupação com fatores como o endividamento dos consumidores e o cenário econômico, o levantamento do Núcleo de Pesquisa & Inteligência da Fecomércio MG revela um ambiente de expectativas positivas para o comércio mineiro.

Para os empresários de Juiz de Fora, o Dia dos Pais representa uma oportunidade de fortalecer as vendas em um período estratégico do calendário comercial. O Sindicomércio JF reforça que planejamento, organização do estoque, investimento em atendimento e uso eficiente dos canais digitais são medidas que podem contribuir para melhores resultados e preparar as empresas para as próximas datas importantes do varejo, como o Dia das Crianças, a Black Friday e o Natal.

InícioNotíciasJulho é o momento de planejar: como preparar sua empresa para vender mais no segundo semestre de 2026

Julho é o momento de planejar: como preparar sua empresa para vender mais no segundo semestre de 2026

Publicado em 17/07/2026 08:30

Com datas estratégicas como Dia dos Pais, Black Friday e Natal no horizonte, planejamento é o principal aliado dos empresários do comércio de Juiz de Fora para aumentar as vendas e melhorar os resultados.

O segundo semestre concentra algumas das datas mais importantes para o varejo e representa uma grande oportunidade para empresários ampliarem o faturamento. Após o fechamento do primeiro semestre, julho é considerado o momento ideal para revisar resultados, reorganizar estratégias e preparar a empresa para campanhas que tradicionalmente movimentam o comércio, como o Dia dos Pais, Dia das Crianças, Black Friday e Natal. Especialistas em varejo apontam que empresas que se planejam com antecedência conseguem aproveitar melhor essas oportunidades e enfrentar os períodos de maior demanda com mais segurança.

Em Juiz de Fora, onde o comércio de rua desempenha papel importante na economia local, o planejamento antecipado pode fazer a diferença para pequenos e médios empresários, permitindo organizar estoques, fortalecer o atendimento e desenvolver ações de marketing mais eficientes.

Avalie os resultados e organize o estoque

Antes de pensar nas próximas campanhas, é importante analisar o desempenho dos primeiros meses do ano. Identificar quais produtos venderam mais, quais promoções tiveram melhor retorno e quais despesas podem ser reduzidas ajuda a definir estratégias mais assertivas para o restante de 2026.

Outro ponto fundamental é o planejamento do estoque. Negociar antecipadamente com fornecedores e utilizar o histórico de vendas evita tanto a falta de mercadorias quanto o excesso de produtos parados, preservando o capital de giro da empresa.

Prepare sua equipe e fortaleça a divulgação

O atendimento continua sendo um dos principais diferenciais do comércio físico. Por isso, investir na capacitação da equipe, alinhar metas e preparar os vendedores para as próximas datas comemorativas pode aumentar a conversão de vendas e melhorar a experiência do consumidor.

Também é importante reforçar a presença digital da empresa. Redes sociais atualizadas, atendimento rápido pelo WhatsApp e campanhas promocionais ajudam a atrair clientes para a loja física e ampliam o alcance da marca.

Planejamento é a chave para um semestre de bons resultados

O segundo semestre costuma representar uma parcela significativa do faturamento anual de muitas empresas. Por isso, iniciar o planejamento ainda em julho permite estruturar campanhas, controlar os custos e aproveitar melhor cada oportunidade do calendário comercial.

O Sindicomércio JF reforça que empresas preparadas conseguem responder com mais agilidade às demandas do mercado e se tornam mais competitivas. Com organização, planejamento e foco no cliente, o comércio de Juiz de Fora pode transformar as principais datas do segundo semestre em importantes oportunidades de crescimento e fortalecimento dos negócios.

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