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Conheça os benefícios que a Contribuição Assistencial traz

Publicado em 08/01/2025 09:53

InícioNotíciasEstratégias de vendas presenciais: como preparar vendedores para potencializar o comércio

Estratégias de vendas presenciais: como preparar vendedores para potencializar o comércio

Publicado em 20/05/2026 11:16

Atendimento qualificado e equipes preparadas ajudam lojas a vender mais em Juiz de Fora. Especialistas apontam que experiência de compra se tornou diferencial competitivo no varejo

Mesmo com o crescimento das vendas online, o atendimento presencial continua sendo um dos principais diferenciais do comércio de rua. Em Juiz de Fora, onde o varejo tradicional tem forte presença na economia local, investir na preparação das equipes pode impactar diretamente os resultados das empresas

Especialistas em varejo destacam que vendedores bem treinados conseguem aumentar a conversão de vendas, melhorar a experiência do consumidor e fortalecer a fidelização dos clientes. Em diferentes regiões do país, sindicatos e entidades empresariais vêm incentivando treinamentos voltados ao atendimento e às técnicas de vendas como estratégia para fortalecer o comércio local.

Atendimento vai além da simpatia

No varejo atual, vender bem exige mais do que cordialidade. O consumidor está mais informado e busca rapidez, atenção e soluções personalizadas. Por isso, empresas que treinam suas equipes para ouvir o cliente, entender suas necessidades e oferecer um atendimento mais eficiente tendem a se destacar no mercado.

Em Juiz de Fora, essa realidade é ainda mais evidente no comércio de rua, onde a concorrência é intensa em setores como moda, calçados, acessórios e alimentação.Outro fator importante é o domínio das informações sobre os produtos vendidos. Equipes que conhecem bem os itens conseguem transmitir mais confiança ao consumidor e têm mais facilidade para sugerir produtos complementares, aumentando o ticket médio da loja. Além disso, vendedores preparados conseguem lidar melhor com dúvidas, negociações e situações comuns do dia a dia do varejo.

Motivação e tecnologia também ajudam

Metas claras, reconhecimento e acompanhamento constante também fazem diferença no desempenho das equipes. Empresas que mantêm os vendedores motivados costumam apresentar melhores resultados e maior engajamento no atendimento.

A tecnologia também se tornou aliada das vendas presenciais. Ferramentas como WhatsApp, catálogos digitais e sistemas de gestão ajudam lojistas a atender com mais rapidez e manter contato direto com os clientes.

Capacitação fortalece o comércio local

O Sindicato Empresarial do Comércio de Juiz de Fora reforça que investir na qualificação das equipes é uma estratégia importante para fortalecer o varejo local. Em um cenário cada vez mais competitivo, preparar vendedores deixou de ser apenas um diferencial e passou a ser uma necessidade para empresas que desejam crescer e melhorar seus resultados.

Com atendimento qualificado, equipes preparadas e estratégias bem definidas, o comércio de Juiz de Fora ganha mais competitividade e amplia suas oportunidades de vendas.

InícioNotíciasO que uma empresa do comércio precisa ter para estar regularizada em Juiz de Fora

O que uma empresa do comércio precisa ter para estar regularizada em Juiz de Fora

Publicado em 19/05/2026 10:35

Documentação correta evita problemas fiscais, trabalhistas e administrativos
Alvarás, licenças e emissão de notas fiscais estão entre as principais obrigações do comércio

Manter uma empresa regularizada é um dos passos mais importantes para garantir segurança jurídica, estabilidade financeira e crescimento sustentável no comércio. Em cidades com forte atividade varejista como Juiz de Fora, empresários precisam estar atentos a uma série de documentos, licenças e obrigações legais que fazem parte do funcionamento adequado de qualquer negócio. Especialistas em gestão empresarial e entidades do sistema Fecomércio destacam que manter a documentação em dia é essencial para reduzir riscos e fortalecer o ambiente de negócios.

CNPJ é o primeiro passo da formalização

Toda empresa precisa possuir um Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), documento emitido pela Receita Federal que formaliza a existência do negócio. É a partir dele que a empresa pode emitir notas fiscais, contratar funcionários, abrir conta bancária empresarial e operar legalmente.

O CNPJ também define o enquadramento tributário da empresa, como Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real, além da atividade econômica exercida por meio do CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas). Escolher corretamente essa classificação é fundamental para evitar problemas tributários e garantir que a empresa esteja enquadrada de forma adequada.

Alvará de funcionamento e licenças são obrigatórios

Outro documento essencial para o comércio é o alvará de funcionamento, autorização emitida pela prefeitura que permite que a empresa exerça suas atividades no endereço informado. Em Juiz de Fora, esse processo envolve análise da atividade econômica, zoneamento urbano e adequação do imóvel às normas municipais.

Dependendo do segmento, o empresário também pode precisar de licenças complementares, como autorização da Vigilância Sanitária, licença ambiental ou vistoria do Corpo de Bombeiros. Empresas dos setores alimentício, farmacêutico, cosmético e de saúde, por exemplo, normalmente exigem mais etapas de regularização.

A ausência dessas autorizações pode gerar notificações, multas e até interdição do estabelecimento.

Emissão de nota fiscal é obrigação legal

A emissão de notas fiscais também faz parte das obrigações básicas de qualquer empresa formalizada. Além de obrigatória na maioria das operações comerciais, a nota fiscal garante mais segurança tanto para o empresário quanto para o consumidor.

No comércio varejista, a emissão correta dos documentos fiscais contribui para o controle financeiro da empresa, facilita a gestão de estoque e reduz riscos relacionados à fiscalização tributária. Empresas que deixam de emitir notas fiscais podem enfrentar penalidades fiscais e dificuldades para comprovar movimentações financeiras e receitas.

Regularização trabalhista exige atenção

Outro ponto importante é a regularidade trabalhista. Empresas que possuem funcionários precisam cumprir obrigações relacionadas ao registro em carteira, pagamento de encargos, controle de jornada e cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria.

Nesse cenário, o Sindicato Empresarial do Comércio de Juiz de Fora atua como importante aliado dos empresários, oferecendo orientação sobre regras trabalhistas, convenções coletivas e funcionamento do comércio em datas especiais. A correta aplicação das normas ajuda a reduzir riscos de ações trabalhistas e garante mais segurança jurídica para as empresas.

Certificados e documentos também precisam estar atualizados

Além dos documentos principais, existem outras obrigações que fazem parte da rotina empresarial, como certificado digital, inscrições estaduais e municipais, cadastro junto aos órgãos competentes e atualização periódica de licenças.

O certificado digital, por exemplo, é utilizado para emissão de notas fiscais eletrônicas, envio de informações fiscais e assinatura de documentos digitais. Atualmente, ele se tornou indispensável para a maioria das empresas do comércio. Outro cuidado importante é manter toda a documentação atualizada, principalmente em casos de mudança de endereço, alteração societária ou expansão das atividades da empresa.

InícioNotíciasSindicomércio JF: benefícios que ajudam empresas de Juiz de Fora a economizar, crescer e ganhar segurança

Sindicomércio JF: benefícios que ajudam empresas de Juiz de Fora a economizar, crescer e ganhar segurança

Publicado em 30/04/2026 10:07

Associação ao sindicato oferece vantagens práticas para o dia a dia do empresário
Serviços vão de apoio jurídico a acesso ao crédito e qualificação

No ritmo acelerado da rotina empresarial, é comum que muitos comerciantes concentrem seus esforços apenas na operação do negócio e deixe passar oportunidades que poderiam trazer mais economia, segurança e eficiência para a gestão. O Sindicato Empresarial do Comércio de Juiz de Fora (Sindicomércio JF) atua justamente para apoiar o empresário nesse processo, oferecendo uma série de benefícios que impactam diretamente o funcionamento das empresas.

Assim como ocorre em outras entidades do sistema Fecomércio, o sindicato vai além da representação institucional e se posiciona como um parceiro estratégico do comércio local, com soluções práticas voltadas principalmente para micro e pequenos negócios.

Benefícios que fazem diferença no dia a dia da empresa

Entre os principais serviços oferecidos pelo Sindicomércio JF estão condições especiais que ajudam a reduzir custos e melhorar a gestão empresarial. Associados têm acesso a descontos em cursos e universidades, o que contribui para a qualificação de equipes e gestores, além de planos de saúde e odontológicos com condições diferenciadas.

Outro destaque é o acesso ao crédito com taxas atrativas junto ao Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais – BDMG, de acordo com critérios estabelecidos pelo banco, apoio essencial para empresas que precisam investir, reorganizar o fluxo de caixa ou expandir suas operações. O sindicato também oferece consulta jurídica, auxiliando empresários em questões trabalhistas e legais, além de soluções como certificado digital e suporte em tecnologia — cada vez mais necessários no ambiente de negócios atual. Esse conjunto de serviços permite que o empresário tenha mais controle sobre suas decisões e evite problemas que, muitas vezes, surgem pela falta de orientação adequada.

Para empresas que ainda não fazem parte da entidade, a associação pode ser um passo importante para acessar benefícios, ampliar conexões e contar com apoio em diferentes áreas da gestão. Empresários interessados em saber mais sobre os serviços e condições de associação podem entrar em contato pelo telefone (32) 3215-1317 ou pelo WhatsApp (32) 99193-1034.

Representatividade e apoio institucional fortalecem o comércio

Mais do que benefícios operacionais, fazer parte do Sindicomércio JF significa integrar uma rede empresarial ativa e conectada. Esse papel institucional é semelhante ao que outras entidades do comércio exercem em nível nacional, atuando na defesa dos interesses empresariais e na construção de um ambiente de negócios mais equilibrado e competitivo.

Em um cenário onde mudanças na legislação, desafios econômicos e transformações no comportamento do consumidor são constantes, contar com o suporte de uma entidade organizada faz diferença na forma como o empresário conduz seu negócio.

Suporte estratégico para crescer com mais segurança

O apoio oferecido pelo Sindicomércio JF também contribui para decisões mais seguras e estratégicas. Ter acesso a informações confiáveis, orientação técnica e serviços especializados reduz riscos e aumenta as chances de crescimento sustentável. Para muitos empresários, esse suporte pode representar a diferença entre lidar sozinho com desafios complexos ou contar com uma estrutura preparada para orientar, esclarecer dúvidas e oferecer caminhos mais eficientes.

InícioNotíciasOs principais erros na gestão da legislação trabalhista e os riscos para a sua empresa

Os principais erros na gestão da legislação trabalhista e os riscos para a sua empresa

Publicado em 14/04/2026 13:20

A gestão da legislação trabalhista é um dos principais desafios para empresas do setor de comércio, especialmente em cidades como Juiz de Fora, onde a rotina envolve jornadas flexíveis, trabalho em datas sazonais e alta rotatividade. Nesse cenário, erros aparentemente simples podem gerar prejuízos financeiros significativos e comprometer a segurança jurídica do negócio.

Entre os problemas mais comuns está o controle inadequado da jornada de trabalho. Registros incompletos ou padronizados, que não refletem a realidade, fragilizam a empresa em caso de disputas judiciais. Sem comprovação consistente, a Justiça do Trabalho tende a considerar a versão do trabalhador, o que pode resultar em pagamentos de horas extras e encargos adicionais. Outro ponto de atenção frequente é a realização de pagamentos informais, como comissões ou bônus “por fora”. Embora pareça uma solução imediata, essa prática pode gerar um passivo trabalhista elevado, já que esses valores podem passar a integrar o salário quando comprovados

Falhas de gestão e riscos jurídicos

A desorganização documental também é um fator crítico. A ausência de contratos atualizados, registros de ponto e comprovantes de pagamento compromete a defesa da empresa e aumenta as chances de condenação em processos trabalhistas. Além disso, muitas empresas deixam de observar corretamente as convenções coletivas, que no comércio têm papel fundamental ao estabelecer regras específicas da categoria, como pisos salariais e benefícios obrigatórios. O descumprimento dessas normas pode gerar multas e ações judiciais, mesmo quando a empresa acredita estar agindo corretamente.

Outro ponto importante é a falta de preparo dos gestores e de comunicação interna eficiente. Equipes sem orientação adequada tendem a cometer erros operacionais que podem resultar em conflitos e processos. A ausência de práticas de compliance trabalhista agrava esse cenário, já que a empresa passa a agir de forma reativa, corrigindo falhas apenas quando os problemas já surgiram.

O cenário do comércio em Juiz de Fora

É importante considerar que o cenário local traz características específicas que intensificam esses desafios. A sazonalidade de datas comerciais, como Natal e Dia das Mães, exige contratações temporárias e ajustes na jornada de trabalho, o que aumenta a complexidade da gestão trabalhista. Sem planejamento adequado, essas adaptações podem ser feitas de forma irregular, elevando o risco de passivos futuros. Além disso, o cumprimento correto das normas coletivas e o alinhamento com as exigências sindicais são fundamentais para garantir a regularidade das operações e evitar conflitos que possam impactar o funcionamento do negócio.

Diante desse cenário, torna-se evidente que a gestão da legislação trabalhista não pode ser tratada como uma questão secundária. Mais do que cumprir obrigações legais, trata-se de proteger a empresa contra riscos que podem comprometer sua sustentabilidade. A adoção de boas práticas, como controle rigoroso da jornada, formalização de todos os pagamentos, organização documental, acompanhamento constante das normas coletivas e investimento em capacitação interna, contribui para a construção de um ambiente mais seguro e equilibrado.

Além disso, o empresário local precisa lidar com um ambiente competitivo e com margens cada vez mais pressionadas, o que torna ainda mais importante evitar custos inesperados com ações trabalhistas. A adoção de rotinas de conferência, auditorias internas e o acompanhamento frequente das atualizações na legislação são medidas que ajudam a reduzir erros. Buscar apoio técnico especializado e manter diálogo com entidades representativas também pode fazer diferença na prevenção de problemas. Ao investir em organização e prevenção, o comércio local ganha mais estabilidade para crescer.

InícioNotíciasConvenção Coletiva: o que o empresário precisa saber e por que ela é importante

Convenção Coletiva: o que o empresário precisa saber e por que ela é importante

Publicado em 07/04/2026 12:16

Documento define regras essenciais para o funcionamento do comércio em Juiz de Fora. Sindicomércio JF atua na negociação e orientação para garantir segurança jurídica aos empresários

A Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) é um dos instrumentos mais importantes para o funcionamento do comércio em Juiz de Fora. Apesar de fazer parte do dia a dia das empresas, muitos empresários ainda têm dúvidas sobre sua aplicação, importância e impacto na gestão do negócio. Entender esse documento é fundamental para garantir segurança jurídica, evitar passivos trabalhistas e organizar melhor a rotina das empresas.

De forma geral, a convenção coletiva é um acordo firmado entre o sindicato patronal, que representa os empregadores, e o sindicato laboral, que representa os trabalhadores. Esse instrumento estabelece regras específicas que devem ser seguidas por todas as empresas da categoria durante sua vigência, como pisos salariais, jornadas de trabalho, benefícios e condições de contratação.

Regras que vão além da legislação trabalhista

A Convenção Coletiva complementa a legislação trabalhista e adapta as regras à realidade de cada setor econômico. No caso do comércio, ela define, por exemplo, questões relacionadas ao funcionamento em feriados, banco de horas, comissões, adicionais e outros pontos essenciais para o dia a dia das empresas. Além disso, as cláusulas estabelecidas na CCT têm validade legal e devem ser cumpridas por todos os empresários enquadrados na categoria. Isso significa que o desconhecimento das regras não isenta a empresa de suas obrigações.

Outro ponto importante é que a convenção coletiva tem abrangência territorial, ou seja, suas regras se aplicam a todas as empresas do comércio dentro da base de atuação do sindicato, no caso, Juiz de Fora.

Segurança jurídica e previsibilidade para o empresário

Um dos principais benefícios da Convenção Coletiva é oferecer mais previsibilidade ao empresário. Ao estabelecer regras claras para contratação, remuneração e jornada de trabalho, o documento reduz conflitos e contribui para um ambiente de trabalho mais equilibrado.

Além disso, a participação dos sindicatos nas negociações garante que as condições acordadas sejam viáveis tanto para empresas quanto para trabalhadores, promovendo equilíbrio nas relações de trabalho e evitando acordos individuais que possam gerar riscos jurídicos. Para o empresário, isso significa mais segurança na tomada de decisões e menor risco de enfrentar ações trabalhistas por descumprimento de normas.

A entidade representa os interesses dos empresários nas negociações com o sindicato dos trabalhadores, buscando equilibrar as demandas do setor e garantir condições adequadas para o funcionamento das empresas. Esse processo envolve diálogo com instituições do setor comercial, análise de cenário econômico e construção conjunta de soluções que atendam às necessidades do comércio local.

Atenção ao enquadramento sindical

Outro aspecto importante relacionado à Convenção Coletiva é o enquadramento sindical da empresa. De acordo com a legislação, cada negócio deve estar vinculado ao sindicato correspondente à sua atividade principal, sendo essa definição essencial para saber qual convenção deve ser aplicada.

Um enquadramento incorreto pode gerar inconsistências no cumprimento das normas e até passivos trabalhistas. Por isso, contar com orientação especializada é fundamental para garantir que a empresa esteja seguindo a convenção correta.

Informação e orientação fazem a diferença

Diante da complexidade das relações trabalhistas, estar bem informado é essencial para o empresário. O Sindicomércio JF atua justamente para facilitar esse processo, oferecendo suporte técnico, orientação e acesso às informações necessárias para que as empresas atuem de forma regular e competitiva.

Compreender a Convenção Coletiva e acompanhar suas atualizações é um passo importante para fortalecer o comércio local, garantir segurança nas relações de trabalho e contribuir para o desenvolvimento econômico de Juiz de Fora. Para saber mais sobre as Convenções do Sindicomércio acesse o link.

InícioNotíciasQuais são os principais serviços que o sindicato oferece ao comércio de Juiz de Fora

Quais são os principais serviços que o sindicato oferece ao comércio de Juiz de Fora

Publicado em 26/03/2026 10:44

Entender quais são os serviços oferecidos pelo sindicato empresarial é fundamental para empresários que desejam ter mais segurança jurídica, orientação na gestão e apoio institucional no dia a dia do negócio. Em uma cidade com forte tradição comercial como Juiz de Fora, o Sindicato Empresarial do Comércio (Sindicomércio JF) atua como uma das principais entidades de suporte ao comércio local, especialmente para micro e pequenos empresários que enfrentam desafios constantes no mercado.

O Sindicomércio JF trabalha para garantir melhores condições de funcionamento para as empresas, orientar empresários sobre legislação trabalhista é oferecer soluções práticas que ajudam o comércio a crescer de forma mais organizada e competitiva.



Apoio jurídico e orientação trabalhista

Um dos principais serviços oferecidos pelo sindicato é a orientação jurídica voltada ao comércio. Muitos empresários têm dúvidas frequentes sobre contratação de funcionários, jornada de trabalho, funcionamento em feriados, banco de horas e aplicação da Convenção Coletiva de Trabalho. Nesse contexto, o Sindicomércio JF atua como um ponto de apoio técnico, ajudando o empresário a tomar decisões com mais segurança e evitando erros que podem gerar prejuízos ou processos trabalhistas. Além disso, o sindicato também orienta o comerciante sobre mudanças na legislação, novas regras trabalhistas e direitos e deveres do empregador. Esse suporte é especialmente importante para pequenas empresas, que muitas vezes não possuem um departamento jurídico próprio.

Convenção coletiva e negociação para o comércio

Outro serviço essencial está relacionado à negociação coletiva. É por meio do sindicato patronal que são definidas as regras da Convenção Coletiva de Trabalho do comércio de Juiz de Fora, documento que estabelece normas importantes como funcionamento em datas especiais, regras de jornada, benefícios e condições de trabalho. Para o empresário, isso significa ter mais previsibilidade e organização ao longo do ano, especialmente em períodos como Natal, datas comemorativas e eventos que movimentam o comércio da cidade. A atuação do sindicato também ajuda a equilibrar as relações entre empresas e trabalhadores, fortalecendo o setor como um todo.

Orientação para gestão e crescimento do negócio

Além das questões jurídicas e trabalhistas, o sindicato também atua como parceiro do empresário na gestão do negócio. Por meio de informações, conteúdos orientativos e apoio institucional, o Sindicomércio JF ajuda os comerciantes a melhorar o planejamento financeiro, a organização da loja, o controle de estoque e as estratégias de vendas.

Esse tipo de suporte é cada vez mais importante em cidades como Juiz de Fora, onde o comércio de rua continua sendo uma das principais forças da economia local. Ter acesso a orientação confiável pode fazer a diferença entre um negócio que apenas sobrevive e outro que consegue crescer de forma sustentável.

Apoio em momentos de dificuldade do comércio

Outro ponto importante é a atuação do sindicato em momentos mais delicados para o comércio, como períodos de crise econômica, mudanças na legislação ou situações emergenciais que afetam diretamente as empresas. Nessas ocasiões, o Sindicomércio JF atua como representante do setor, dialogando com instituições públicas, bancos e entidades empresariais para buscar soluções que ajudem os comerciantes.

Esse trabalho institucional é muitas vezes silencioso, mas tem impacto direto no dia a dia das empresas, principalmente das micro e pequenas, que dependem de apoio e orientação para manter suas atividades.

Informação e orientação para o empresário

Por fim, um dos serviços mais importantes oferecidos pelo sindicato é a informação. Estar bem informado sobre regras trabalhistas, direitos, deveres e oportunidades faz toda a diferença para quem trabalha no comércio. O Sindicomércio JF atua justamente para levar essas informações de forma clara, prática e acessível aos empresários da cidade. Para maiores esclarecimentos nos envie uma mensagem clicando aqui.

InícioNotíciasPrazo de ICMS e Simples Nacional é prorrogado para empresas afetadas pelas chuvas na Zona da Mata

Prazo de ICMS e Simples Nacional é prorrogado para empresas afetadas pelas chuvas na Zona da Mata

Publicado em 18/03/2026 10:25

Empresas de Juiz de Fora e de outros municípios da Zona da Mata atingidos pelas fortes chuvas recentes passam a contar com um importante alívio financeiro para reorganizar suas atividades e finanças. Foi anunciada a prorrogação dos prazos de pagamento do ICMS e dos tributos do Simples Nacional, medida que beneficia diretamente o setor produtivo impactado pelos temporais registrados no fim de fevereiro e início de março de 2026.

A iniciativa é resultado da articulação institucional liderada pelo Fecomércio MG junto ao Governo de Minas Gerais e à Receita Federal, com o objetivo de oferecer melhores condições para que os empresários consigam retomar suas operações. As cidades de Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa, que tiveram situação de calamidade reconhecida, estão entre as contempladas pela medida.

Medida garante fôlego financeiro para empresários de Juiz de Fora e região

No âmbito estadual, por meio do Convênio ICMS n.º27, foi autorizada a prorrogação do pagamento do ICMS referente aos meses de março e abril de 2026. Os vencimentos foram transferidos para julho e agosto, respectivamente, permitindo que as empresas tenham mais tempo para reorganizar o fluxo de caixa e priorizar despesas emergenciais.

Além disso, o convênio também prevê a isenção de ICMS na aquisição de máquinas, equipamentos e itens destinados ao ativo imobilizado para empresas que sofreram perdas em decorrência das chuvas. Outro ponto importante é a possibilidade de manutenção dos créditos de ICMS sobre estoques que foram perdidos ou danificados, medida que contribui para reduzir o impacto financeiro das perdas registradas.

Já no âmbito federal, por meio da Portaria CGSN nº 56, foi autorizada a prorrogação dos prazos de vencimento dos tributos do Simples Nacional, medida que também representa um suporte relevante para as empresas. Os impostos com vencimento originalmente previsto para 20 de março foram adiados para 20 de julho, enquanto os de abril passaram a vencer em 20 de agosto. A medida oferece mais prazo para que micro e pequenas empresas, maioria no comércio local, possam se reorganizar financeiramente.

Sindicomércio JF atua no apoio ao comércio local durante a recuperação

Para o Sindicato Empresarial do Comércio de Juiz de Fora (Sindicomércio JF), a prorrogação dos tributos é uma medida importante dentro de um conjunto de ações necessárias para apoiar o comércio neste momento. A entidade tem atuado de forma ativa na orientação dos empresários e no encaminhamento de demandas junto às instituições públicas e financeiras. 

O sindicato reforça que segue mobilizado para ampliar o suporte ao setor, buscando novas medidas que contribuam para a recuperação das empresas, incluindo acesso a linhas de crédito emergencial e iniciativas de apoio administrativo. A atuação institucional tem como foco garantir que os empresários tenham condições de manter suas atividades, preservar empregos e retomar o ritmo do comércio local.

A prorrogação dos tributos representa, assim, uma oportunidade para que os empresários reorganizem suas finanças e foquem na reconstrução de seus negócios, fortalecendo o comércio da cidade e contribuindo para a retomada da economia local.

InícioNotíciasDatas estratégicas para impulsionar as vendas em Juiz de Fora

Datas estratégicas para impulsionar as vendas em Juiz de Fora

Publicado em 12/03/2026 14:43

Durante o mês de março, o comércio de Juiz de Fora entra em uma nova fase do calendário varejista, marcada por datas que exigem planejamento antecipado, definição de estoque e estratégias de marketing bem direcionadas. Entre os principais momentos do primeiro semestre estão o Dia do Consumidor (15 de março), a Páscoa (5 de abril), o Dia das Mães (10 de maio) e o Dia dos Namorados (12 de junho), períodos que tradicionalmente aumentam o fluxo de clientes e movimentam diferentes segmentos do varejo. Para o empresário, conhecer e se preparar para essas oportunidades é fundamental para ampliar o faturamento e fortalecer a competitividade no comércio de rua da cidade.

Dia do Consumidor abre o calendário de oportunidades em março

A primeira data relevante para o varejo é o Dia do Consumidor, celebrado em 15 de março. Nos últimos anos, a data ganhou força como uma espécie de “Black Friday do primeiro semestre”, especialmente para os setores de eletroeletrônicos, vestuário, calçados e perfumaria. A recomendação para o comércio local é investir em ações de fidelização, ofertas segmentadas e comunicação digital, evitando descontos generalizados que comprometam a margem de lucro. Estratégias como campanhas para clientes cadastrados, combos de produtos e condições especiais de pagamento costumam apresentar melhores resultados.

Páscoa movimenta alimentos, presentes e produtos sazonais

A Páscoa, que em 2026 será celebrada em 5 de abril, representa uma das principais datas para o comércio no primeiro semestre. Embora tradicionalmente associada ao setor de chocolates e supermercados, a data também impacta positivamente segmentos como vestuário infantil, decoração, embalagens, brinquedos e presentes. Para o comércio de Juiz de Fora, a antecipação das vitrines temáticas, a montagem de kits promocionais e parcerias entre lojistas são estratégias que aumentam o ticket médio e atraem o consumidor para as regiões comerciais da cidade.

Dia das Mães é a segunda melhor data do varejo

Considerada a segunda melhor data para o comércio brasileiro, atrás apenas do Natal, o Dia das Mães — comemorado no segundo domingo de maio, que em 2026 será no dia 10 — exige planejamento com pelo menos 30 dias de antecedência. No cenário local, os segmentos de moda, calçados, acessórios, cosméticos, flores e eletroportáteis costumam registrar aumento significativo nas vendas. A aposta em campanhas emocionais, vitrines temáticas e facilidades de pagamento continua sendo uma das estratégias mais eficientes para atrair o consumidor.

Planejamento antecipado fortalece o comércio local

Especialistas em varejo apontam que o sucesso nas datas sazonais depende de três pilares: controle de estoque, definição de metas de vendas e estratégias de divulgação multicanal. Em Juiz de Fora, o Sindicato do Comércio de Juiz de Fora também estabelece, por meio da Convenção Coletiva de Trabalho, regras que permitem o funcionamento do comércio em horários alternativos durante algumas datas especiais do calendário varejista, como períodos comemorativos e campanhas promocionais. Empresários interessados em conhecer as regras e orientações completas podem acessar mais informações aqui. 

O uso das redes sociais, do WhatsApp comercial e de programas de fidelidade tem se mostrado cada vez mais relevante para o comércio de cidades de porte médio, como Juiz de Fora, onde o relacionamento direto com o cliente é um diferencial competitivo. Além disso, acompanhar o calendário promocional permite ao empresário negociar melhor com fornecedores, organizar escalas de trabalho e preparar campanhas específicas para cada período, garantindo maior previsibilidade financeira.

InícioNotíciasPesquisa aponta impactos das chuvas no comércio de Juiz de Fora e destaca os danos sofridos nesse setor

Pesquisa aponta impactos das chuvas no comércio de Juiz de Fora e destaca os danos sofridos nesse setor

Publicado em 06/03/2026 14:00

As fortes chuvas registradas em Juiz de Fora no fim de fevereiro e início de março de 2026 trouxeram impactos para parte do comércio da cidade. Para compreender melhor a dimensão desses efeitos e apoiar a construção de soluções para o setor, o Sindicato Empresarial do Comércio de Juiz de Fora – Sindicomércio JF, realizou uma pesquisa com empresários locais. O levantamento reuniu respostas de 277 estabelecimentos e busca orientar ações de apoio à recuperação das atividades econômicas.

De acordo com os dados coletados, cerca de 60% dos estabelecimentos relataram algum tipo de dano causado pelas chuvas, principalmente relacionados a estoque, móveis e equipamentos. Outros 12,7% informaram impactos considerados leves, enquanto 3,6% registraram danos mais significativos nas estruturas dos imóveis. Os resultados ajudam a identificar os principais desafios enfrentados pelos empresários neste momento e reforçam a importância de iniciativas que contribuam para a retomada das atividades comerciais.

Pequenos negócios concentram maior parte dos impactos

O levantamento mostra que os pequenos negócios representam a maior parte das empresas participantes da pesquisa. Aproximadamente 81,5% dos estabelecimentos são classificados como pequenos empreendimentos e 75,9% pertencem ao setor varejista, segmentos que têm forte presença no comércio de rua da cidade. Outro dado observado é que a maioria das empresas funciona em imóveis alugados, realidade de cerca de 83,6% dos respondentes. Além disso, 81,8% informaram não possuir seguro empresarial, o que pode tornar o processo de recuperação mais desafiador após eventos climáticos.

Crédito emergencial aparece como ferramenta importante para a recuperação

Entre as medidas apontadas pelos empresários como importantes para apoiar a retomada das atividades, o acesso a linhas de crédito aparece como um dos principais instrumentos. Segundo a pesquisa, 72,7% dos comerciantes indicaram a necessidade de financiamento para auxiliar na recomposição de estoques, pagamento de despesas operacionais e reorganização do fluxo de caixa.

Nesse contexto, iniciativas como a liberação de crédito emergencial para empresas afetadas ganham relevância, especialmente para micro e pequenas empresas que dependem do capital de giro para manter suas operações.

Levantamento contribui para construção de soluções

Para o presidente do Sindicomércio JF, Emerson Beloti, o levantamento é uma ferramenta importante para orientar as próximas ações de apoio ao setor. Segundo ele, o objetivo é reunir informações que permitam dialogar com instituições financeiras e com o poder público em busca de alternativas que contribuam para a recuperação das empresas afetadas. “A história do comércio de Juiz de Fora é marcada pela resiliência. Agora é hora de unirmos forças e oferecermos soluções práticas e administrativas para a população e os comerciantes da cidade”, destacou.

Informações ajudam a orientar apoio ao comércio local

A pesquisa realizada pelo Sindicomércio JF também permite identificar demandas que podem orientar futuras iniciativas de apoio aos empresários, como orientação administrativa, acesso a crédito e medidas que contribuam para a retomada das atividades comerciais. Com base nesses dados, o sindicato segue acompanhando a situação do comércio local e atuando junto a diferentes instituições para buscar alternativas que fortaleçam o ambiente de negócios e contribuam para a recuperação das empresas da cidade.
Além disso, o Sindicomércio JF reforça que está à disposição dos empresários para prestar esclarecimentos e auxiliar no acesso ao crédito emergencial do BDMG. O atendimento pode ser feito pelo telefone (32) 3215-1317.

InícioNotíciasTire suas dúvidas sobre o trabalho e o comércio durante o Carnaval

Tire suas dúvidas sobre o trabalho e o comércio durante o Carnaval

Publicado em 13/02/2026 09:55

O período de Carnaval costuma gerar dúvidas recorrentes entre empresários e trabalhadores do comércio, especialmente em cidades com forte atividade econômica e cultural, como Juiz de Fora. Apesar de ser uma das festas mais tradicionais do país, o Carnaval não é considerado feriado nacional pela legislação brasileira. Isso significa que, do ponto de vista legal, o funcionamento das empresas e a obrigatoriedade do trabalho dependem da existência de lei municipal ou de previsão em convenções coletivas de trabalho.

Confira como será o funcionamento do comércio durante o período de Carnaval:
Na segunda-feira, 16 de fevereiro, as lojas poderão funcionar em horário reduzido, das 8h às 12h.

Na terça-feira, 17 de fevereiro, não haverá expediente no comércio em razão do “Dia do Comerciário”.

Já na quarta-feira, 18 de fevereiro, o funcionamento do comércio atacadista e varejista está autorizado a partir das 12h, com encerramento das atividades às 18h.

Segunda e terça-feira de Carnaval (16 e 17 de fevereiro) são dias úteis na maioria das cidades


Na prática, quando não há legislação local que declare o Carnaval como feriado, a segunda-feira e a terça-feira de Carnaval são consideradas dias úteis normais. Nesses casos, o empregador pode exigir o cumprimento regular da jornada de trabalho, sem a obrigação de pagamento adicional ou concessão automática de folga. Essa é a realidade em grande parte dos municípios brasileiros e também no contexto do comércio de Juiz de Fora, onde o funcionamento das empresas durante o Carnaval costuma seguir as regras gerais da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Acordos e compensações podem ser alternativas viáveis


Mesmo com respaldo legal para manter o expediente normal, muitas empresas optam por adotar alternativas para conciliar o funcionamento do negócio com a tradição cultural da data. Uma das possibilidades é a negociação direta com os empregados para compensação das horas não trabalhadas, seja por meio de acordo individual ou utilização de banco de horas, quando existente. A legislação permite que essa compensação seja feita posteriormente, desde que respeitado o limite máximo de horas diárias e que haja acordo formal entre as partes.


Outra opção é a concessão de folga por liberalidade do empregador, sem desconto salarial e sem exigência de compensação futura. Nesse caso, é importante atenção redobrada, pois a concessão reiterada e automática de folgas durante o Carnaval pode ser interpretada pela Justiça do Trabalho como um costume incorporado ao contrato, gerando direito adquirido ao empregado. Por isso, especialistas em relações trabalhistas recomendam que qualquer liberação seja comunicada de forma clara e documentada, evitando riscos jurídicos no futuro.


A quarta-feira de Cinzas, por sua vez, também não é considerada feriado nacional. Para o setor privado, trata-se de um dia útil comum, salvo se houver previsão diferente em convenção coletiva de trabalho. Embora seja culturalmente associado ao encerramento do Carnaval, não há obrigatoriedade legal de expediente reduzido ou início das atividades após o meio-dia, ficando essa decisão a critério da empresa, desde que respeitadas as normas trabalhistas vigentes.


No caso do trabalho remoto ou home office, as regras seguem a mesma lógica do trabalho presencial. Se a data não for feriado no local onde o trabalho é executado, o empregador pode exigir normalmente a prestação de serviços. Caso o empregado esteja atuando em outra cidade, é fundamental observar a legislação do município onde o trabalho está sendo realizado para definir se há ou não obrigatoriedade de folga.


É importante destacar que faltas injustificadas durante o Carnaval, quando a data não é feriado, podem resultar em desconto salarial correspondente ao dia não trabalhado e até em aplicação de medidas disciplinares previstas nas normas internas da empresa. Para evitar conflitos, o diálogo prévio e a comunicação clara sobre o funcionamento do comércio nesse período são fundamentais.

Convenção coletiva pode definir regras específicas


Outro ponto essencial é a consulta à Convenção Coletiva de Trabalho da categoria. Em muitos segmentos do comércio, sindicatos patronais e laborais estabelecem regras específicas para o funcionamento em datas comemorativas, incluindo o Carnaval. Essas normas podem tratar de escalas, compensações, folgas ou condições diferenciadas de trabalho, prevalecendo sobre a regra geral da legislação.

Planejamento garante segurança jurídica ao comércio local


Para o comércio de Juiz de Fora, o Carnaval representa um período que exige planejamento e atenção jurídica. A correta interpretação das regras trabalhistas, aliada à comunicação transparente com a equipe, contribui para um ambiente de trabalho equilibrado e evita passivos trabalhistas. Estar bem informado é a melhor forma de garantir segurança para o empresário e clareza para o trabalhador, fortalecendo o comércio local e as relações profissionais durante uma das épocas mais movimentadas do calendário brasileiro.

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